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sábado, 22 de agosto de 2015

Owlman - Creepypasta


O Owlman ( Homem Coruja) é possivelmente uma criatura mítica que supostamente foi avistado por volta de meados de 1976, no vilarejo de Mawnan , Cornwal, Inglaterra . A história do Owlman começou quando um pesquisador paranormal Tony "Doc" Shiels foi abordado por um homem, Don Melling, que estava de férias visitando o lugar. Melling disse que em 17 de abril de 1976, suas duas filhas, June de 12 anos de idade e sua irmã de 9 anos de idade, Vicky. Foram andando pela floresta perto de igreja Mawnan quando viram uma criatura alada grande pairando sobre a torre da igreja .

quarta-feira, 28 de maio de 2014

WEBDRIVER TORSO - misterioso canal do Youtube.

WebDriver Torso...

7 de maio de 2013, nessa data, um misterioso canal no You Tube chamado “Webdriver Torso”, começou a enviar para a rede alguns vídeos um tanto que enigmáticos.
Os vídeos são como esses da
foto:



Embora isso pareça uma espécie de código, olhando superficialmente, não é possível ver mistério algum mas, isso é porque estamos falando de um único vídeo...

Que tal falarmos então, de quase 80 mil vídeos semelhantes à esse?

Sim, o canal não para um só minuto, ele posta cerca de 200 vídeos diários (mesmo em épocas festivas como o Natal.)

sábado, 30 de novembro de 2013

The Plain

The Road
Passando por uma estrada vazia , algo lá na frente travou seu olho. Você vê um vale, um vale com um caminho preto escuro esticar muito pelos campos abertos, campos com cercas de arame farpado ; ultrapassado e caindo aos montes de malha e madeira.
Tudo ao seu redor há uma brisa calma, que flui suavemente através das lâminas de grama incolor , que flui para fora, para um céu cinzento , pálido , inexpressivo . Se isso não chamar a sua atenção , então este será , na frente de você , você não vê nada . Absolutamente nada . Nada além de uma planície em branco . Então se você está abalado o suficiente entrando na planície , então você não quer pensar em deixar a planície ....

Dolly

Doll 1

Olá . Eu só queria listar este item porque ele está causando a minha vida seja um inferno.
Deixe-me primeiro começar deixando todos sabem que eu não acredito nem um pouco no sobrenatural , voodoo, feitiçaria, ou religião para que o assunto , e embora eu não posso explicar o que vem acontecendo na minha casa, eu só iria assumir se livrar dessa coisa , no entanto .
Eu não sei muito sobre esta boneca .

Three Eyes - Creepypasta

Oh menino, eu sei que vou ser a próxima vítima . Oi , meu nome é Gabriel, eu estava começando férias de verão , quando tudo isso começou . Eu estava fazendo uma caminhada ao redor da cidade para a minha mãe .
Quando cheguei em casa , eu estava cansado inexplicável , eu escolhi para deitar na minha cama. Eu sacudido acordado com a visão de uma figura de três olhos em meus sonhos. Minha mãe entrou eu disse a ela sobre isso. Tudo o que ela disse foi : " . Bem, é apenas um sonho " Eu , mais tarde, disse ao meu pai .
Ele simplesmente declarou :

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Quem Sou Eu?

Você pode estar se perguntando o que eu sou. É por isso que você está aqui.
Tudo começou dois meses atrás , eu estava em uma sala de chat , quando alguém postou um link para um site. Eu cliquei no link e ele me levou para uma página com nada, mas em um fundo vermelho e palavras que disse " você está infectado " .
Dei de ombros isto fora pensando que era um vírus de computador , e digitalizados meu computador com 3 softwares antivírus diferentes. Mas ainda assim, nada foi encontrado. Eu pensei que isso era estranho e pensei nisso como não um vírus, mas um pop-up para assustar as pessoas .

terça-feira, 26 de novembro de 2013

The WaterFarmer

Hoje à noite ... ele tinha propósito O número era para ser de vinte ... vinte dos melhores ou pelo menos o melhor que ele poderia encontrar a vinte podiam ser encontrados na água, . Em seu lugar de descanso Eles serão parte da oferta ; uma oferta que deve ser feita.
Para o mar , ele percebe que ele deve ir e no horizonte de um barco de madeira envelhecida , semelhante a um pequeno , apodrecendo escuna aparece para ele como um espectro do mar. His Dark Captain cumprimenta -lo em outro computador na rede e ondas -lo a bordo como um servo faria cumprimentar um convidado esperado. sabe-se que o Capitão escuro , em forma de sombra de um grande pirata, irá guiá-lo até o logo a ser escolhido, com o remo na mão , dirigindo através do salgado, densa e sufocante nevoeiro.

Havia pesca outros. Ele podia senti-lo , embora não pudesse vê-los , esses pescadores concorrentes. Sua presença pesado para baixo o ar como se um último apelo , um apelo para a vida, estava prestes a ser ouvida. A pressão montado como a urgência era palpável. E logo sua loteria seria escolhido .

terça-feira, 19 de novembro de 2013

O palhaço da casa 9º



LENDA URBANA: O PALHAÇO DA CASA Nº 09
1
- Fale a verdade, você não tem nada a perder meu jovem. Disse o policial Antunes.
- Eu já falei! Era um palhaço, um maldito palhaço! Sei que parece loucura, mas eu vi com meus próprios olhos o momento em que a garota foi arrastada para dentro daquela casa!
Antunes pensou, tentou construir o quebra-cabeça do crime que havia abalado a cidade de Ponta Grossa, mas não conseguiu.
- Você tem certeza disso rapaz? Perguntou o policial.
- Sim. Respondeu Augusto.

Fora Augusto que chamará a policia, ele estava passando de carro pela Rua Cesário Alvim quando ouviu o grito da menina. Resolveu parar e ver o que acontecia, desceu do carro e encontrou a origem do grito.
O que Augusto viu foi assustador, em frente a uma velha casa, uma pequena garota era arrastada pelos cabelos, seu corpo de debatia no chão e era levado para dentro da estranha residencia. Quem lhe puxava era um sinistro homem que usava calças azuis, um macacão verde, com uma maquiagem sinistra cara. De longe Augusto não entendeu o que o homem era e foi só quando tomou coragem e partiu para ajudar a garota que sua visão melhorou. Sua mente deu um nó quando percebeu que o maníaco usava as vestes de um palhaço.
O rapaz viu que o estranho palhaço sorria com os seus dentes amarelados. Na face a tinta do rosto borrada quem sabe pelo sol que fazia naquele momento, escorria como sangue. O Palhaço não fazia nada além de arrastar a menina, que enquanto isso gritava por ajuda.
Augusto correu, mas antes que chegasse ao portão da velha casa o palhaço já havia levado a menina para dentro e trancado a porta. O rapaz socou a porta, queria salvar a garota, mas não havia como entrar por ali. Desesperado pegou o celular e ligou para a policia, nesse tempo tentou entrar por uma das janelas, mas não conseguiu, todas estavam trancadas e a casa do lado dentro estava escura.
Sem saber mais o que fazer, Augusto gritou, achou que os vizinhos poderiam ouvir, mas parecia que não morava ninguém a não ser o macabro palhaço naquela velha rua.
2
Demorou dez minutos para a polícia chegar e conseguir arrombar a porta, nesse tempo os gritos da menina cessaram. Quando as autoridades invadiram a residência, Augusto foi junto.
A casa do lado de dentro estava totalmente destruída, não havia quase nada, parecia que o lugar fora a muito tempo abandonado.
Olharam no primeiro cômodo e não acharam nada, nem no segundo e no terceiro. Foi só quando entraram em uma espécie de porão que encontraram o que procuravam.
No meio de madeiras podres e muita sujeira, estava o corpo da menina. Torto, pois os braços e pernas haviam sido quebrados, assim como uma parte da cabeça que parecia estar comida.
A cena era horrível, um dos policias precisou se afastar para não vomitar. Augusto não acreditava naquilo tudo. Se tivesse sido um pouco mais rápido teria salvado a garota.
Então a polícia procurou pelo assassino, mas no restante do porão não havia mais ninguém. As autoridades fizeram buscas na região e depois de três dias procurando e fazendo perguntas aos vizinhos próximos, acabaram desistindo. O crime parecia não ter solução e a identidade da garota também não foi descoberta, ninguém foi identificar o corpo, mesmo depois de a mídia ter espalhado a noticia. No fim das contas a garota foi enterrada como indigente.

3
Depois de comparecer dois dias seguidos na delegacia de policia, Augusto foi liberado, mas tudo que passara acabara traumatizando o rapaz. O jovem queria esquecer-se de tudo, mas não conseguia, nos dias seguintes não dormiu, pois sempre que fechava os olhos a imagem do medonho palhaço ganhava espaço em sua imaginação.
Ele via o monstro devorando uma criança viva e para completar o pesadelo, o rapaz percebia que o garoto devorado era ele mesmo quando criança.
Uma semana depois do acontecido, depois de ter tentado ajudar a policia e de ser atormentado todas as noites por pesadelos com o terrível assassino, Augusto acordou decidido a entender o misterioso crime. A primeira coisa que fez foi visitar a rua novamente, as respostas só podiam estar lá.
Pegou seu carro e foi até o local onde tudo havia acontecido. Dessa vez Augusto prestou mais atenção e notou que aquela rua era a menos movimentada do bairro de Olarias. Conseguiu contar quatro casas apenas e então a rua acabava. O caminho seguia só para os lados.
A última casa da rua era a casa número nove. Fora lá que a pequena garota havia sido morta. O homem desceu de seu carro e bateu palmas em uma das casas que havia ao lado da n° 9, insistiu, mas ninguém atendeu. Então passou para o outro lado da rua e tentou outra casa, novamente nada. Parecia que o lugar era deserto.
Sem desistir Augusto tentou comunicação em outra casa, a que ficava mais distante da casa do palhaço. Bateu palmas e enfim alguém apareceu.
Quem saiu na porta da residência que estava com o N°6 rabiscado próximo a uma janela, foi uma senhora que aparentava ter mais de 60 anos.
- O que gostaria meu filho?
- Bom, eu queria fazer umas perguntas. Falou seriamente Augusto.
- Desculpe-me, mas eu não posso comprar nada. Falou a velha mulher com um tom educado.
- Não se trata de comprar, senhora, é sobre o assassinato que ocorreu aqui na rua semana passada. Explicou o homem.
- Você é da policia? Eu já disse tudo que sei e vocês não acreditaram, por que querem que eu repita de novo? A senhora estava sorrindo.
Augusto não compreendeu, a mulher morava ali perto, como a policia não acreditaria em suas palavras. Mas pensando bem, Augusto havia visto tudo e comunicado a policia e mesmo assim nenhuma das autoridades acreditou que quem matara a menina usava uma roupa de palhaço.
O rapaz acabou raciocinando demais e foi surpreendido pela voz da velha.
- Vamos rapaz eu não tenho o dia todo, você é da policia? Disse a senhora quebrando os devaneios de Augusto.
- Sim, eu sou. Mentiu Augusto e continuou. – Gostaríamos de ouvir seu relato apenas mais uma vez senhora, seria possível?
A mulher afirmou com a cabeça e caminhou até o portão, depois convidou augusto para entrar.
- Qual é o seu nome filho? Perguntou a mulher.
- Augusto, oficial Augusto. Falou o jovem sem jeito.
- Tudo bem… Augusto, eu sou Maria de Lurdes, mas me chame apenas de Maria, venha comigo, vamos conversar na sala.
Os dois entraram, Augusto viu que a mulher morava em uma casa muito simples e que aparentemente sua única companhia era um gato cinza que se encontrava dormindo logo na porta de entrada.
Maria mostrou uma cadeira para Augusto e o rapaz sentou-se, foi então que a mulher lhe contou toda a história que sabia.
- Você acredita em lendas Augusto? Maldições ou espíritos? Questionou a mulher.
Augusto sentiu-se desconfortável, aquela pergunta lhe assustara um pouco.
- Acho que sim. Respondeu o falso policial.
- Que bom, pois essa morte que acabou abalando a cidade está ligada a uma maldição, um causo que no passado foi verdade e depois passou a ser uma lenda… Hoje ela já foi esquecida.
- Continue senhora, por favor. Pediu Augusto. E assim, Maria contou tudo o que sabia.


4
Maria perguntou a Augusto se ela havia notado como a Rua Cesário Alvim era vazia naquela região e explicou que o motivo disso era por que as pessoas não tinham muita coragem de morar por ali. Diziam que aquela parte da rua continha uma energia negativa.
A mulher explicou que ainda morava ali, pois nascera naquele local e que nem sempre a rua fora deserta e assustadora como era agora. Contou que viu nascer a lenda que acabou com a vida da garota e que o início de tudo isso havia acontecido quando ela ainda era uma moça.
- Foi em 1965. Disse Maria de Lurdes. – Um dia, a rua ganhou um novo morador, um homem que dizia ter vindo de Curitiba, da capital. Esse homem veio morar na casa N° 9 e sua profissão era vender algodão-doce.
Augusto escutava tudo atentamente, procurando fazer ligações com o crime que havia presenciado.
- Esse homem se chamava Marcio, se não me falha a memória. Ele vendia seus doces vestido de palhaço. Mas Marcio só morou durante seis meses aqui, pois depois de um tempo, nós moradores descobrimos algo terrível. O homem era um pedófilo e oferecia doces de graça para algumas crianças em troca de caricias. Isso durou até o dia em que um dos meninos contou a história para o pai, então fizemos uma armadilha e conseguimos pegar o louco no flagra.
- Compreendo. Disse Augusto, ele estava hipnotizado pela narrativa de Maria de Lurdes.
- Mas naquela época meu filho, de nada adiantava nós chamarmos a policia como é feito nos dias de hoje. Isso se misturou com a raiva que todos estavam do novo morador e o resultado foi justiça com as próprias mãos! Alguns homens se juntaram e espancaram Marcio até a morte e para completar enterraram o corpo dele nos fundos daquele terreno da casa nove. O tempo passou e as coisas foram esquecidas, mas depois de alguns anos, quando ninguém mais se lembrava do acontecimento, coisas estranhas começaram a acontecer.
- Tipo o que? Perguntou Augusto.
- Mortes senhor policial, mortes. O tempo correu, e então todo ano, no dia em que nós moradores havíamos acabado com a vida do maldito palhaço, uma criança sumia.
Maria continuou:
- As pessoas ficaram assustadas, algumas diziam que naquela data, dia 19 de outubro, viam o palhaço andando pelas ruas, vendendo seus doces. Com o tempo os moradores começaram a deixar as crianças dentro de casa, sempre que chegava o dia do aniversario de morte de Marcio. Mais anos se passaram, e as pessoas começaram a transformar a realidade em lenda, assim como ignorar o desaparecimento de uma criança por ano, afinal são tantas que se perdem todos os dias? Não é verdade meu filho?
Desde tudo isso mais de quarenta anos se passaram, as pessoas agora tem medo da casa nove e medo da rua. Só eu sobrei, eu e o palhaço, que aparece uma vez por ano apenas para se vingar, para se alimentar e depois voltar para o mundo dos mortos. Acredita nisso policial? Concluiu Maria, perguntando.
Augusto não sabia o que responder, apenas agradeceu a mulher pelo relato e disse que aquilo havia sido de extrema importância. Maria não sabia que Augusto não era um policial, mas sabia que o relato dela não mudaria nada, não havia o que ser feito.
- Quem era a garota que morreu dessa vez? Perguntou Augusto antes de sair da casa da velha.
- Não tenho a mínima ideia, as vezes acho que ele fica um dia inteiro aqui e que vai buscar suas vítimas em outros lugares, hoje em dia é fácil ver aqui na cidade palhaços vendendo algodão-doce. Respondeu Maria rindo.
- Obrigado. Finalizou Augusto e se afastou da casa, indo em direção ao seu carro. O rapaz ainda chegou a escutar a velha dizendo.
- Fique com Deus garoto.

5
Entrou no carro e pensou em tudo que ouvira. No fim das contas acabara ficando ainda mais com medo. Ligou o carro e passou na frente da casa N° 9 mais uma vez. Antes que fizesse a curva olhou para a velha casa e por segundos viu na janela, dezenas de crianças lhe encarando. Não tinham olhos e sim buracos negros que as deixavam com uma expressão totalmente sem vida.
Entre as crianças Augusto viu a menina que quase salvara, ela parecia lhe encarar. A garotinha comia um grande algodão-doce amarelo e atrás dela, reinando sob todos os pequenos, estava o palhaço. Feliz, sorridente.
Tudo foi muito rápido, Augusto não acreditou no que viu, esfregou os olhos e quando olhou de novo, a casa estava escura, aparentemente vazia. Acelerou seu Celta e partiu, não voltou mais naquela rua, mas também nunca mais se esqueceu dela.
Quando a noite chegava o homem sempre se lembrava das crianças sem vida lhe encarando e do maldito palhaço da casa N° 9.

Possessão Demoniaca

Era verão. Ana se preparava para dormir. Estava escovando os dentes em frente ao espelho do seu banheiro. Quando acabou, contemplou o seu cabelo negro e os seus olhos azuis, olhando fixamente para o espelho durante uns segundos. Até que ela teve uma sensação, uma sensação gelada.
O seu coração acelerou e ela baixou a cabeça com um suspiro. Ela nunca tinha tido uma sensação daquelas antes, mas levantou a cabeça e foi para a cama evitando pensar muito nisso. Nesse momento a sua maior preocupação eram as amigas que dentro de três dias iam dormir em sua casa.
Ela acordou. Eram 3 da manhã e, como é óbvio, estava tudo escuro. Ela ficou olhando para o teto por uns momentos, e depois se sentou e encostou lentamente. Tinha a sensação de estar sendo observada. Chegou a conclusão que era apenas uma paranoia e adormeceu.
Ana se levantou , tomou o café da manhã e foi para a escola, onde tudo correu normalmente. Chegando a casa, ela encontrou um recado de seus pais que dizia que eles iam passar a noite fora. Depois do jantar, ela foi escovar os dentes. Quando olhou para o espelho, ouviu-se o barulho do interruptor e a luz se desligou.Ela saiu lentamente do banheiro e ao tocar no interruptor a lâmpada explodiu, fazendo com que ela soltasse um grito. O seu primeiro pensamento foi ligar para os seus pais, mas não era necessário. No dia seguinte eles estariam de volta.

Era agora sexta-feira, Ana estava na aula de história e pediu para ir ao banheiro. Ela entrou em um box e as luzes começaram a falhar e ficou cada vez mais escuro, até não se ver nada. Ela começou a tremer e a gritar “Alguém está aí? Isto não tem graça!”. Começou do nada, o som de passos pesados. Ela começou a esfriar, o seu coração acelerava e a cada segundo ela se sentia mais enjoada. Ela saiu do box correndo e ao passar pela porta do banheiro percebeu que tinha se urinado. Mas isso não a parou. Ela entrou na sala e a última coisa que fez foi um pedido de ajuda antes de vomitar no chão e desmaiar.
Era sábado à noite, as suas amigas deviam estar quase a chegar. Mas nada mais importava. Algo estava acontecendo. Tudo estava a correndo mal. Ela desatou a chorar e se deitou no sofá. Ela ficou lá durante uma hora até a campainha tocar. As suas amigas estavam lá. O resto da noite foi incrível. Ela se esqueceu de seus problemas, estar com as amigas realmente a tinha ajudado.
Até que Mary foi ao banheiro. Ouviu-se um grito horrível e todos foram ver. O vidro do espelho estava partido e seus pedaços estavam enfiados nos olhos de Mary, que agora estava cheia de sangue. As mulheres da casa, incluindo a mãe, que não aguentavam ver aquilo foram para a sala, telefonar para a emergência. De repente ouviram uma pancada e apenas a mãe foi ver do que se tratava enquanto Deb ficava ao telemóvel e Ana chorava. Ouviram gritos e pancadas que fazia parecer que estavam lutando nas escadas. Deb começou também a chorar e Ana tapou o rosto com as mãos uns segundos para pensar no que fazer. Quando as tirou, viu Deb completamente carbonizada, e ainda implorando ajuda. Ela se levanta aos gritos e se esconde no banheiro. Ela pôs as mãos no lavatório com a cabeça baixa e quando a levanta observou uma criatura horrível no espelho. Tinha uma forma humana, mas não era humano .”É a mim que você quer não é? Então me leva!”
Registos de Ana Dant:
“Após o incidente o corpo de Ana nunca foi encontrado.” “Os corpos das vitima tinham o numero 669 gravados em suas testas.”
Artigo de jornal “FAMÍLIA BRUTALMENTE ASSASSINADA” “Uma família foi assassinada exatamente na mesma casa onde houve um outro assassinato há 10 anos atrás. Umas gotas de sangue encontradas não são compatíveis com nenhum dos familiares assassinados, portanto nós as vamos analisar.”
“JOVEM PERDIDA PODE ESTAR VIVA” “O sangue analisado era nada mais, nada menos que o da desaparecida filha dos antigos moradores dessa casa. Poderá ela estar viva? E mais importante. Será ela a assassina que procuramos?

Fonte: CrepyPastas Macabras

Doce Fascinio

Cristina passou a palma de sua mão pela capa dura e rígida do novo livro. Em letras grandes, o livro anunciava “Doce fascínio”. Estranhou, ela não havia solicitado nenhum livro novo. O que era mais estranho ainda era remetente desconhecido.
Dando de ombros, a mulher apenas levou o livro consigo para a entrada de sua casa. Pensou bastante e decidiu devolvê-lo para o correio no dia seguinte, avisando que o livro não pertencia à ela. Alguém poderia estar esperando por ele.
Em sua sala, sentada em sua confortável poltrona, não conseguia se concentrar em sua televisão. O livro, que estava em sua mesa de centro, parecia a chamar. Um estranho sentimento percorreu a espinha de Cristina, fazendo-a tremer e se enfraquecer. Vencida pela curiosidade, retornou a pegá-lo e na mesma velocidade, o abriu. O que viu era fascinante! Um manuscrito em letras redondas e provavelmente velhas. Sem perder tempo, apressou-se a ler.

Já era tarde da noite, mesmo assim, Cristina parecida enfeitiçada pelo livro. Já faziam mais de 5 horas que estava lendo sem uma única parada.
A história falava de um amor obsessivo, possessivo e cheio de fanatismo. O personagem, apenas ditado como “Charlie” havia de se apaixonar por uma alma perdida. Uma bondosa mulher que o rejeitava e agora estava morta. Agora, ela só existia em seus pensamentos. Depois de tanta melancolia, Charlie finalmente se suicida em sua própria casa, em uma madrugada silenciosa e vai a procura de sua amada.
Era isso. Isso era o fim. Decepcionada, virou-se a ultima página e nela havia escrito ” Autor: Charlie Alexander”, datado de 1860.
Tremendo, ela foi inundada e logo se presumiu. Charlie existia, pelo menos, era o que estava escrito ali. Ela precisa de mais livros, ela precisava se satisfazer, precisava satisfazer sua leitura.
Possuída pela obstinação, passou meses e meses procurando e pesquisando por algo que poderia ajudá-la a encontrar qualquer coisa sobre esse autor. Mas, infelizmente, não encontrou nada. Cristina estava perdendo as esperanças, quando perdeu a pouca insanidade que já tinha. Decidiu procurar por alguém que lhe ajudaria a entrar em contato com o próprio.
[...]
- Você o encontrou?- Perguntou , ainda com suas mãos dadas, para a mulher em sua frente.- Me diga.
A mulher apenas a respondeu revirando os olhos e se batendo fortemente.
- Meu amor, Charlie, é você?- A obsessão já havia a perdido.
Você estava errada em fazer isso. Você me tirou da busca, sua insolente! Irá pagar!- A coisa gritou, bravamente. Se atirou em cima de Cristina e foi-se.
[...]
- Ele está chegando!- Gritou Cristina, rindo como uma maniaca. Estava em grande nostalgia.- Ele está vindo me buscar.
Se abaixou em um dos cantos de seu quarto, que agora estava sem vida, e olhou no espelho que a dava sua visão de trás.
Uma enorme sombra pairava em sua porta. Aqueles olhos… A olhavam com tanto gosto. A sombra apenas sorriu. Um sorriso irônico, vindo das trevas. Encantada, a mulher apenas a olhou rindo escandalosamente. Estava louca e não poderia evitar.
Venha para mim.- A voz disse em seu pensamento, enquanto se aproximava da sua forca. Fortificando o sentimento de posse, posicionou a corda em seu pescoço.
Faça-o.- Voltou a lhe dizer.- Agora.
Cristina chorou, mas manteve seu sorriso, enquanto tirava lentamente seu apoio e ia se enforcando levemente. Repetia freneticamente.
- Não se preocupe, vamos ficar juntos agora. Para todo o sempre.

 Autora: Caroline Tiemi.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Teoria das Cordas


Alguma vez você viveu uma experiência, em que teve a sensação de ter mais alguém em sua casa, mas apenas pensou: “não quero saber” e simplesmente esqueceu? Algumas vezes, o medo do desconhecido parece ser a melhor opção, em vez de enfrentar o perigo real e concreto. Normalmente, não é nada, entretanto, algumas vezes, por exemplo, eu poderia jurar que um móvel tinha mudado de lugar, mas talvez fossem apenas truques desconcertantes da memória.






Mas, e quando acontece algo que realmente te impressiona? Você fugiria? Ignoraria?

Segunda-feira passada era um dia normal. Acordei, escovei os dentes e vesti o uniforme escolar... Todo o ritual matinal. Parecia um dia comum, como qualquer outro. Até que as vi. As cordas.

Haviam três ou quatro cordas grossas no meu quarto. Cruzavam entre as paredes da minha casa, uma estava amarrada à porta. Não havia como eu não ter percebido elas antes, certamente teria tropeçado nelas ou coisa assim. Estavam amarradas em ganchos nas paredes, os quais não existiam há alguns segundos.

Ninguém entrou no meu quarto enquanto eu estava nele, e muito menos fez isso. Era cedo e eu estava acordando. Então, eu simplesmente ignorei o que vi, desamarrei as cordas e fui para a escola.

Contudo, as coisas ficaram mais estranha. Fora de minha casa, haviam centenas delas, atadas entre as casas, ao redor dos carros, através das ruas... Isso deveria ser uma pegadinha. Algum desses programas estúpidos de câmera escondida. Certamente disseram às pessoas que se escondessem e amarraram as cordas nos objetos.
Com um pouco de medo, continuei meu caminho. No ônibus, todos, exceto eu, estavam amarrados à porta. Na escola, grupos de amigos estavam amarrados uns aos outros e os professores amarrados em suas mesas. O que me estranhava nestes momentos, era por que haviam me deixado fora da pegadinha.

Quando minha amiga Lucy sentou ao meu lado, na primeira aula, ela simplesmente pôs a bolsa nas minhas pernas e descansou o queixo sobre a mão, olhando pela janela.

- Oi Lucy!

Nenhuma resposta.

- Vamos, não acredito que você está nisso também.

Ela suspirou e começou a pegar os livros em sua bolsa. Todos os livros estavam amarrados à suas mãos. Me irritei e arranquei a corda de um livro. Me pareceu que ela não notou, e simplesmente deixou que o livro caísse no chão.

Me abaixei, colocando o livro novamente em sua classe. Ela não se deu conta.

- Ah, ok, como vamos fazer? – disse-lhe sorrindo, tratando de parecer entrar na brincadeira, mas, na verdade, estava tentando esconder meu nervosismo. Então, desesperado, arranquei todos os fios amarrados em sua mão. Lucy piscou, e então me olhou.

- Nossa, Caz! Você é um ninja ou o quê?

- Estou sentado aqui há 10 minutos. – Lhe sorri, aliviado que ela tinha me notado.

- De onde surgiram todos estes fios? – Me disse, parecendo nota-los pela primeira vez.

- Pensei que estavam brincando... – Lhe disse.

Lucy levantou, foi até o canto da sala e ninguém pareceu notar sua presença.

- Não estavam aqui há alguns minutos! Você também os vê?! – Pelo seu tom, era claro que ela estava assustada.

- Não. Por acaso você... - Fui interrompido pela professora batendo a porta. Todos, exceto Lucy e eu, murmuraram “Bom dia” e, ainda assim, ninguém parecia notar nossa presença.

- As pessoas estão me ignorando o dia inteiro. – Disse à Lucy, antes de me dirigir à professora: - Ei! Estúpida! Não sabe ensinar nem um cachorro!

Nenhuma reação.

- Estou farta de todas essas porcarias! – Lucy jogou algumas cordas para o lado e saiu da sala.
Lhe segui e, surpresa! Ninguém notou.

Por um momento, vagamos pelos corredores, entrando e saindo das salas. Cada vez que desamarrávamos a corda de algum livro ou cadeira de alguém, era como se, de repente, aquilo não tivesse mais importância para aquela pessoa. Como se não existisse.

Lhe mostrei a rua. Havia mais cordas do que pela manhã. Quase o dobro. Com cuidado, caminhamos um pouco, afastando as cordas. Não é uma grande coisa, eu sei, mas o que você faria nessa situação? Como disse, o medo do desconhecido, algumas vezes, parece ser a opção mais segura. Em algumas ocasiões, sugeri que nos amarrássemos a alguma coisa. Lucy negou-se. Ela estava aterrorizada.

Na lanchonete, pegamos dois sanduíches e bebidas da geladeira. Encontramos uma mesa, desamarramos todas as cordas que estavam nas cadeiras e nos sentamos. Estávamos em silêncio, ambos bastante assustados, ambos distraindo um ao outro, ambos observando as pessoas na lanchonete, completamente amarradas.

Depois de 20 minutos, Lucy falou:

- Olhe, ela vai pegar um sanduíche.

Apontou para uma mulher que estava no fundo da lanchonete. E assim foi: ela caminhou até o refrigerador e pegou o sanduíche, que estava amarrado em sua mão.

- Ela pagará por ele e sairá.

E assim foi, ela foi ao balcão, pagou e foi embora.

- Como você sabia disso, Lucy? – Indaguei, confuso.

- É só olhar para as cordas, elas estão amarradas aos lugares que as pessoas vão e ao que irão pegar ou fazer. – Respondeu Lucy.

- Isso é horrível! – Disse – Vamos embora, por favor.

Lá fora, não era melhor. Todo mundo simplesmente seguia as cordas. Lucy disse que queria ir para casa dormir, e acordar disso. Disse-lhe que tudo bem e a acompanhei até sua casa. Ela vivia a 10 minutos dali.

Quando chegamos em sua rua, Lucy parou abruptamente, com a boca acerta.

- O que foi agora? – Lhe disse.

- Olha. – Apontou para a casa de um de seus vizinhos.

O vi claramente. E levarei esta visão até minha morte. Era um pequeno duende, de talvez meio metro de altura, caminhando com os nós dos dedos no chão, quase como um macaco. Tinha olhos enormes e amarelos, que tomavam quase metade do seu rosto, e não tinha boca, ou nenhuma outra característica facial. Carregava consigo um martelo e um rolo de corda, que deixava desenrolar atrás dele.

Caminhava rápida e silenciosamente, desde a porta principal da casa até a caixa de correio. Parou, martelou uma estaca ao lado da caixa e amarrou a corda ali. Virou-se em direção a onde estávamos e se deteve quando nos viu. Nos olhava com assombro e curiosidade. Quase poderia dizer que ele estava mais assustado que nós. Então, nos fez um sinal com sua pequena mão.

Olhei para Lucy, mas ela sequer piscava. Virei para a criatura, que me olhava fixamente.

Me aproximei dele. Com temor, reduzi pouco a pouco a distância entre nós. Esse não era o medo do desconhecido, mas sim, medo daquela pequena criatura. Quando estávamos a um metro de distância um do outro, ele me estendeu a mão.

- Hum. Oi. – Lhe toquei e ele moveu sua cabeça em aprovação, piscando seus enormes olhos amarelos.

- É você o responsável pelas cordas? – Assentiu com a cabeça. Chamei Lucy, mas ela não quis mover-se de onde estava.

- Há mais seres como você? – Assentiu outra vez. Queria lhe perguntar mais coisas, como o que ele era, de onde vinha... Mas parecia que estava preso a perguntas de “sim” e “não”.

- Nós temos vontade própria?
Me olhou fixamente, quase triste. De imediato, me senti mal e não pude suportar olhar mais para o pequeno monstro. Peguei Lucy pela mão, ela tinha escutado tudo, e nos sentamos enquanto ela encostava sua cabeça em mim.

- Vamos.

Entramos em sua casa e lhe fiz uma xícara de chá. Quando a encontrei na sala, ela havia desamarrado seu cachorro, e estava abraçada com ele, chorando. Deixei o chá de lado e me sentei junto dela.

- Vou dormir. – Murmurou de repente e, em menos de um minuto, estava dormindo. Essa opção começou a soar muito bem, e minhas pálpebras começaram a pesar.

Deitei na almofada e a última coisa que escutei antes de cair no sono, foi o barulho de vários pezinhos perto de mim.
No dia seguinte me senti muito melhor, como se tudo tivesse sido um sonho. A mãe de Lucy me acordou, perguntando o que eu estava fazendo, dormindo em sua casa sem permissão. No final, nos preparou um café da manhã.

Durante o café da manhã, Lucy me perguntou por que estava pálido e nervoso. Olhei para ela e sorri, murmurando algo sobre dor de cabeça.
Mas a verdade é que tinha medo. Muito medo. Eu não via corda alguma e me perguntava se minhas ações eram realmente minha vontade.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Relatos dos Homens Sombras PT1

Tomei consciência das sombras logo após se mudar para minha casa em Nova Jersey. Playground dos meus filhos estava no porão e elas ficavam constantemente reclamando que havia “sombras” lá embaixo. Meu caçula também disse que uns pairavam perto do teto.
Nos últimos anos, instalei minha oficina no porão e os vi com certa frequência. Chegou a um ponto aonde eu até tentei falar com eles usando a minha mente, não que eles já responderam de volta.
Eles eram negros e esfumaçados. Ficam o tempo todo no porão, principalmente nos cantos das paredes, aonde é mais escuro. Ocasionalmente aparecem no primeiro andar, na cozinha, perto da porta dos fundos, por onde a escuridão se alastra. Tornou-se natural a convivência com esses seres.
Mesmo quando não conseguimos vê-los, sabíamos que estavam presentes. Alguns deles ser uma presença maligna, ficávamos mal quando apareciam e eles pareciam nos encarar. Outros eram neutros, pareciam apenas vagar pela escuridão, sem saber o que faziam.
Poucos anos depois nos mudamos, eu disse que eles não eram bem-vindos na nova casa. Ainda assim, tivemos a sensação desconfortável da presença deles. Nenhuma medida que tomamos os fez ir embora. Era como algo que grudava em você e não saia mais. Nem reza, nem água benta ou qualquer tipo de feitiçaria afastou-os. Todavia, sem sabermos o porquê, um dia, eles sumiram.
Somente uma vez, durante todo esse tempo, consegui ver o que presumo ser a verdadeira forma deles. Aconteceu em uma fração de segundo. Eu estava andando da sala para a cozinha. A luz da cozinha estava iluminando tudo, inclusive os cantos. Entrando na cozinha vi um vulto num movimento muito rápido. Fiquei surpreso. Pensei que alguém tinha entrado em casa. Tudo aconteceu muito rápido. Devagar, fui investigar o local para onde o vulto foi. Ele se moveu rapidamente e para fugir teve que atravessar um raio de luz. Era um ser pequeno e atarracado com uma silhueta de uma pessoa. Tinha uma cabeça, sem qualquer expressão, olhos, boca e nariz. Também aparentava não ter ombros e braços. A cor daquilo que o cobria (ou pelo menos parecia que cobria, poderia ser apenas uma extensão desse ser ) era um preto absoluto. Desapareceu muito rápido, na primeira fresta escura que encontrou.
Semanas após o encontro nossa casa pegou fogo. Mesmo nas ruínas, era possível sentir a presença deles. Aquela sensação ruim que emanavam.

O demonio da Caixa


 Em 2001 um marceneiro comprou uma caixa com inscrições em hebreu numa venda de garagem, de umasobrevivente do Holocausto.
Sua neta afirmava que na caixa tinha um Dibbuk, um Demônio da mitologia hebraica.

 O marceneiro deixou a caixa no porão onde lâmpadas explodiram sem explicação, vozes falavam palavrões e um cheiro de xixi de gato apareceu.
Ele deu a caixa a sua mãe , que sofreu um derrame 5 minutos depois.
Depois ele começou a ter pesadelos em que era perseguido por uma mulher horrorosa.


 Em 2003, desesperado, ele vendeu a caixa no ebay pra um estudante. Esse logo começou a ter os mesmos pesadelos, começou a perder o cabelo e ter manchas na visão periférica!

 O estudante vendeu a caixa em 2004 pro diretor de um Museu. No primeiro dia com a caixa ele sentiu dor de estômago e sonhou com a mulher horrorosa.
Sua família reclamava que sua casa estava sempre fria mesmo com o aquecedor ligado, e ele e seu filho viam sombras vagando pela casa.

 Doente e tomado por brotoejos o diretor procurou o marceneiro e juntos tentaram identificar a origem da caixa.

 Eles encontraram uma prima de Havela, a sobrevivente do Holocausto. Ela contou a eles que nos anos 40 Havela invocou um demônio para combater os Nazistas. Sem controle do Demônio ela aprisionou ele na caixa.

 A saúde do diretor do museu só melhorou quando ele fez um ritual de exorcismo Wiccano e guardou a caixa numa arca de acácia folheada de ouro.
 Seria essa a caixa de pandora?
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Essa história é real, foi notícia no Los Angeles Times. Vocês podem ver quando a caixa foi vendida no E-bay AQUI.


Ela deu origem ao filme Possessão do diretor Sam Raimi

Criança dos Olhos Negros // BEK ( Black-eyed Kids) - Creepypasta

Black-Eyed People (Pessoas de olhos negros), as vezes chamadas de Black-Eyed Children (Crianças de olhos negros) ou BEK (sigla para Black-eyed Kids, que seria a mesma tradução do anterior) são jovens, na maioria das vezes crianças, com os olhos totalmente negros onde não há diferenciação entre esclerótica, pupila e íris. A pele é descrita como extremamente pálida e, ocasionalmente, até azul  ou azulada como a de um cadáver.
Testemunhas descrevem suas roupas como muito estranhas e monótonas – calça jeans e um casaco de capuz ou muito antiquado, roupas feitas à mão. Fenômenos elétricos bizarros ocorrem quando eles estão por perto, como uma porta de garagem inexplicavelmente abrindo sozinha e lâmpadas de postes explodindo ou parando de funcionar repentinamente. Aqueles que dizem tem tido encontros com estes geralmente sentem que as crianças eram sobrenaturais e extremamente perigosas, mesmo não sabendo explicar o porque.
Geralmente são vistas brincando, ou jogando algum jogo e cantando músicas de ninar macabras como “Old Father long-legs” que descreve algo como “Pai velho, pernas longas/Não consegue dizer suas rezas:/Pegue-o pela sua perna esquerda/E jogue-o escada abaixo/E quando estiver lá em baixo/Pegue-o pela perna direita/E jogue-o para cima de novo”, ou a música “He jumped into a bramble bush” que em tradução direta diz “Havia um homem tão esperto/Ele pulou em um/Canteiro de espinhos/E arranhou ambos os olhos/E quando viu/Seus olhos estavam fora de órbita/E com motivos para reclamar/Ele pulou em uma cerca viva/ E os arranhou novamente”.
Quando vistos nessas circunstâncias, estão sozinhos ou perto de áreas desertas, talvez na janela de seu carro, quartos de hotéis ou até em barcos. É relatado dessas crianças aparecerem sozinhas ou em grupos de máxima de 4 crianças, parecendo ser muito confiantes, ainda assim tímidos, pois evitam cruzar olhares com adultos, sempre olhando para baixo. Apesar da timidez, possuem um vocabulário muito vasto para a idade que aparentam ter, falando eloquentemente, em um tom monótono, com padrões de fala que  poucos adultos possuem ou costumam usar e, em alguns casos, possuem até a voz de um adulto. Eles não dizem muito mais que “Deixem-nos entrar. Não vamos te machucar. Não vai demorar muito.”
Normalmente eles tentam entrar nas casas das vítimas com desculpas bem formas como a necessidade de usar o telefone para fazer um telefonema para seus pais ou talvez se abrigar de algum perigo não especificado, beber um copo d'água ou qualquer outra coisa. As vezes respondem perguntas especificas com respostas sem contesto como "Já está na hora da janta?” ou “Estou com medo”. No momento em que a vitima coloca os olhos nestas crianças, elas param de brincar e ficam encarando, se aproximam pedindo um lugar pra ficar ou pedem uma carona para casa. Muitas pessoas que acreditam estar fazendo o bem para estas crianças, acabam por concordar com os pedidos, mesmo que o pedido seja vago, não conclusivo e não entenda o porque.
Se a vítima descobre que os olhos das crianças são negros e pergunta sobre, estas ficam muito irritadas e insistentes que você cumpra com o que pediram rapidamente. Algumas pessoas que tiveram encontros com BEKs dizem achar que as crianças usam algum artefato que venha a controlar levemente a mente da vitima, para que seja completa a demanda.
As experiências envolvendo BEKs não explica a causa da coloração dos olhos das crianças ou a própria origem deles. Alguns supõem ser espíritos  de crianças perdidas ou assassinadas mas em suma são ditos ser os que trazem a malevolência e desgraça pessoal na vida de uma pessoa. Quem presenciou esses seres dizem que as crianças precisam ser convidados voluntariamente para suas casas ou carro em questão, como se é visto a séculos em contos e relatos sobre vampiros. No entanto, não há relatos do que acontece se você permitir a entrada dos BEK.

CASOS E RELATOS:

Casos envolvendo BEKs são encontrados desde os primórdios da internet nos anos 90, quando fóruns faziam sucesso e eram recheados de histórias de terror. Sempre descritos geralmente por pessoas anônimas em fóruns, blogs, sites sobrenaturais ou que envolvam o tema. São relatos vindo de todas as partes do mundo, mas é raro ter informações concretas de onde os BEKs foram avistados. Leia alguns relatos:
Eu tinha chegado do trabalho, cansado e louco para tomar um banho. Me lembro que todo o caminho do trabalho até meu apartamento eu me sentia desconfortável, como se alguém estivesse me observando constantemente, então achei que um banho quente faria essa sensação ir embora.Quando coloquei minha pasta na mesa da cozinha, a campainha soou. Fui até a porta e vi três crianças, todas meninas entre 6 e 9 anos de idade. Duas estavam de costas e uma menina bem pequena que parecia no máximo ter 6 anos, com a pele muito branca e cabelos castanhos estava virada em minha direção. Ela não olhava diretamente pra mim, e sim para dentro da minha casa. “O que desejam, crianças?" perguntei, achando que estavam vendendo biscoitos ou algo do tipo, mesmo  sendo tarde da noite."Gostaríamos de ter permissão para entrar, Senhor.” Achei estranho. Nos dias de hoje crianças não adentram casas de adultos sozinhos assim. "Não, não podem. Desculpe.” E fechei a porta.Não demorou nem um minuto e a campainha soou de novo. “O que foi agora?” perguntei, um pouco nervoso. “Estamos perdidas, precisamos de sua ajuda para ligar para nossos pais ou queremos uma carona.” Ela então levantou o rosto e me fitou com os grandes olhos enegrecidos. Eu tinha a sensação de ficar ouvindo “Por favor” dentro da minha cabeça, junto com “Deixe-nos entrar”. "Não! Estou ocupado e vocês não vão poder entrar aqui nunca".Você vê, eu sou um homem muito tranquilo, e não me estresso rapidamente. Mas aqueles olhos e a voz distorcida me assustaram bastante e não achei que era uma boa ideia deixar aquelas crianças de olhos negros entrarem na minha casa. Tocaram a campainha mais 3 vezes e depois nunca mais as vi de novo.
Kerrie (nome fictício) não tinha intenção de parar no shopping central de sua cidade quando estava voltando da faculdade, mas ela o fez. Ela deseja até o hoje que não tivesse feito isso.”Havia poucas pessoas lá naquele dia e eu achei muito estranho o quão quieto estava o local” Kerrie, 20 anos, disse. “Enquanto voltava para meu carro, virei em uma esquina e vi uma senhora de idade junto de um menino.Ele imediatamente chamou minha atenção porque era estranho, diferente de qualquer pessoa que já tinha visto.”O garoto, por volta dos doze anos de idade, parecia normal a primeira vista, mas enquanto Kerrie o observava falar com a senhora, ele parecia qualquer coisa, menos normal. O cabelo negro contrastava fortemente com a pele pálida; olheiras enormes debaixo de seus olhos. “Era como se ele não tivesse dormido em semanas” diz Kerrie,”Tinha um rosto muito magro”.Enquanto se aproximava dos dois, ela ouviu a conversa. Em uma voz baixa, mas forte, o garoto pedia ajuda para a mulher. “Ele estava muito rígido com suas mãos esticadas do lado do corpo olhando para o chão enquanto ela procurava algo em sua bolsa para dar a ele.” Diz Kerrie,”Conforme eu ia chegando perto eu percebia que ele ficava cada vez mais inconfortável".O garoto mudou de posição quando Kerrie passou por eles indo em direção ao carro, e então levantou o rosto e fez contato visual com ela. “Eu congelei. Seus olhos eram negros como a noite, opacos, quase como mortos,” disse. “O olhar que ele me deu me assombra até hoje. O sentimento que ainda tenho é como se ele não estivesse totalmente lá, quase que fantasmagórico."Com os olhos fixado em Kerrie, o menino se virou lentamente e sem esperar o que receberia da senhora, simplesmente saiu andando. Kerrie não sabe quem ou o que era esse garoto, mas esta memória ficará com ela para sempre. ‘O olhar dele ficou gravado em mim pra sempre. Era como se ele soubesse o que eu estava pensando”.
Eram cerca de 22:45 em uma noite quente, quando Carris Holdsworth de dezoito anos se aproximava de seu apartamento em Lisburn, na Irlanda do Norte. Ela viu dois adolescentes vestidos com moletons de capuz e jeans de pé em seu quintal de costas para ela.Quando ela tentou passar sem ser vista, ela se atrapalhou procurando em sua bolsa pelo spray de pimenta. Naquele momento, os garotos se viraram para ela e, como se estivessem lido a sua mente, um deles disse: "Não há necessidade para isso, nós só queremos pedir seu telefone, senhorita.”Quando ela teve um vislumbre de seus olhos, eles eram completamente negros, não havia um traço de branco ou uma pupila, ela entrou em pânico e correu para seu apartamento, fechando a porta atrás dela. Os meninos seguiram logo atrás, batendo em sua porta.Ela ignorou. Depois de uma segunda batida, temendo por sua segurança, ela ligou para um amigo para vir ajudá-la. Quando o amigo chegou, os garotos fugiram.
Quando um homem em Dallas chegou em casa, ele viu um rapaz em sua porta que repetia “Eu acho que é hora de comer algo. Você deve convidar-me para entrar em sua casa?” O cachorro Pit Bull do homem veio correndo em direção à porta da frente, mas na medida que ele se aproximou do garoto de olhos negros, o cão gemeu e fugiu, escondendo-se debaixo da cama durante dias depois do fato.

TEORIAS



VAMPIROS

Para começar, a maior parte dos encontros BEKs consistem de jovens homens, que empregam vozes hipnóticas e fascinantes olhos negros para tentar coagir as suas "vítimas" a fazer o que desejam.
Em segundo lugar, esses seres têm demonstrado uma incapacidade evidente de poderem entrar em propriedade de alguém sem ter sido convidado. É difícil argumentar que esses atributos sempre tenham sido vistos em lendas vampirescas.
Apesar de, até agora, o consumo de sangue não tenha sido relatado em qualquer encontros com os BEKs, vale ressaltar que não há uma única história de alguém que sucumbiu às demandas desses seres e realmente permitiu-lhes entrar em sua casa, carro ou loja.
Assim, supondo que não estamos lidando com vampiros, então falemos sobre a possibilidade igualmente estranho que essas entidades possam ser…

HÍBRIDOS HUMANOS/ALIEN/NEPHILINS
As poucas evidências que sugerem que os BEKs pode ser o resultado de uma síntese estranha de DNA humano e extraterrestre não vem de nenhum relato de UFOs vistos nos locais dos encontros com os BEK, mas a vaga referência de alguns abduzidos por alienígenas do sexo feminino tiveram encontros com bebês alienígenas meio-humano, meio-cinzentos que foram supostamente criados utilizando os seus óvulos não fertilizados, que foram extraídos a partir deles notoriamente durante os exames invasivos dos extraterrestres.
Mais do que algumas dessas infelizes mulheres reivindicaram que entraram em contacto com os bebês humanóides, que elas descreveram como tendo pele sombreado de oliva e olhos negros, amendoados.
Francamente, essa suposição oferece dados apenas o suficiente para até mesmo considerarmos como uma teoria, mas uma explicação mais plausível de que BEKs realmente sejam…

ALMAS PERDIDAS

Enquanto alguns podem ser tentados a pensar que os BEKs sejam apenas os espíritos perdidos de crianças que partiram e estão tristemente vagando pela Terra em busca de ajuda dos adultos, deve-se notar que, em cada caso, as testemunhas afirmaram ter sentido um medo arrepiante quando elas entraram em contato com esses seres.
É como se eles instintivamente soubessem que elas não estavam lidando com crianças inofensivas, mas predadores perigosos disfarçado. É certo que apenas o ”instinto” não é fácil de classificar como prova, mas a universalidade desse sentimento em quem se depara com BEKs torna difícil descartar.
Mas o que deixa em aberto a possibilidade paranormal alternativa é que esses seres podem ser apenas…

DEMÔNIOS DISFARÇADOS


Como a existência da Arca de Noé ou as tábuas de pedra que Moisés recuperou do pico do Monte Sinai, a crença em demônios é uma questão de fé. Se alguém está predisposto a acreditar na existência de entidades angelicais ou demoníacas, então seria duramente pressionado para não considerar o fato de que os BEKs pode ser uma antiga forma de manifestação e deslocamento de criaturas das profundezas do inferno.
Isto não é mais ou menos razoável do que qualquer outro, de fato, quando se considera a aura de maldade que permeia e são emitidas por BEKs, tornando esta opção absolutamente plausível.
Claro que, se estes são os demônios sob o disfarce de jovens seres humanos, deve-se perguntar por que eles não estão jogando o seu charme nefasto sedutor ao invés de empregar personas palpavelmente estranhas como as descritas aqui?
Então, quem são essas crianças, esses seres que metem tanto medo nos que cruzam seus caminhos? Espiritos perdidos? Vampiros? Hibridos de Aliens e Humanos? Seres que se alimentam do medo que geram? Entidades demoniacas?
Weatherly, escritor do livro Black Eyed Children, acredita que estes seres podem ter algum tipo de origem demoníaca, pois em alguns relatos dessas crianças elas simplesmente desapareceram no ar, e algumas testemunhas relatam uma súbita maré de azar depois de um encontro com essas "crianças" de olhos negros.
Há apenas muitos “X” fatores envolvidos nesse ponto. Mas se os Beks são fantasmas, vampiros, demônios, meio-alienígenas, mitos da internet ou brincadeira de adolescentes propensos com contatos com o lado obscuro, antropólogos e folcloristas devem tomar nota de como esta marca uma das poucas vezes na história gravada quando uma lenda pode ser atribuída a uma hora específica, local e individual.